quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Um dia num bairro típico de Lisboa

Começo as minhas dissertações por dizer que hoje foi um bom dia.
Infelizmente ainda não foi hoje que conheci a Rachel Bilson, comi o “melhor bolo de chocolate do mundo” nem sequer consegui o autógrafo dessa lenda do ataque futebolístico que é o Toninho Metralha.
Tal tem sido a tristeza da minha vida que foi uma sexagenária que à hora de almoço me colocou um sorriso na cara. Não que me tenha devorado como se não houvesse amanhã [infelizmente, acrescento eu, porque alguém com a idade do Cx deve ter muito para me ensinar], simplesmente dirigiu um comentário para um puto parvo que o desarmou completamente. O comentário foi tão básico como chamá-lo de “artolas” e acrescentando mesmo que se tratava de um “verdadeiro pirata” e de um “pateta armado em paspalho”.
Também eu vou tentar usar mais vezes palavras que caíram em desuso sem qualquer fundamento como lorpa, bronco, mongo e tolo, e vou começar já hoje no jogo semanal de futebol…

1 comentário:

  1. Pirata é de elevado nível! Não descures ainda o uso do maltrapilho, bandido ou estarola. São expressões que devem ser usadas amiúde, especialmente se o nosso interlocutor for um político, um árbitro ou uma empregada de refeitório sovina...

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