terça-feira, 12 de maio de 2009
Voz ao consumidor
Sou completamente contra o livro de reclamações. Acho muito bem que se possa reclamar. Acho muito bem que exista uma forma de o fazer. Acho muito mal que seja por escrito da forma que é. Ora uma pessoa está extremamente irritada porque chegou a casa e a boneca insuflável apresenta uma cara de tristeza e não a expectável cara de espanto e depois tem de preencher um formulário e usar de palavreado correcto para expressar a indignação. Na minha opinião devia haver a reclamação audio. Podia ser um microgravador em que aí pudessemos dizer o que nos vai na alma. Desta forma dava para perceber os diferentes graus de insatisfação e o cliente ficaria muito mais satisfeito. Nada melhor que poder reclamar dizendo: "Sua cambada de lorpas! Vocezes queriam era levar uma carga de porrada pela tromba, meus canalhas! Atão vender-me uma boneca só com metade das funcionalidades??? Um tipo despe-se e a boneca está a olhar para nós com cara de tristeza, como que decepcionada com o seu dono! Valentes maltrapilhos me sairam!".
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Eu tenho um amigo, vamos chamar-lhe Alex, que quando se despiu a boneca sorriu com ar gozão como que a dizer: "com isso não devias ter comprado uma boneca deste tamanho. Uma barbie chegava"
ResponderEliminarMeu caro, eu bem sei que ontem abusei de ti à grande. Compreendo portanto esse azedume em relação a mim.
ResponderEliminarNoto ainda com curiosidade, achares o meu péne pequeno. Não te sabia um apreciador de pénes extraordinariamente avantajados.
Não é ser apreciador, é ser detentor.
ResponderEliminarJá agora que estamos numa de tretas deixa-me dizer que o meu carro é mais rápido que o teu, ainda ontem tive contacto carnal com uma cabo verdiana, uma japonesa, duas crotas e uma rapariga de Beja e hoje quando li o jornal reparei que estava na Fortune 500.